sou mariana

faço parte das tradicionais
superficialidades animais.
sabe como é,
amar a superfície ajuda
a perpetuar a espécie
quando parece perdida.
fudida, coitada, antes fosse
o que era do barro ao mato
agora lama, pó, fogo e maldade.
é tarde, baby, amar já não pode.
quem sabe, jurar a busca pela paz.
a morte aqui jaz.

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